domingo, 21 de junho de 2020

Obra “Expressando o sentimento na pandemia” - 2

Produção da aluna do 3º ano do Curso Técnico em Administração Integrado ao Ensino Médio do IFSP - SRQ: Eliana Gonçalves de Aguiar, sob orientação das docentes Maria Júlia Mendes Nogueira (Artes) e Sandra Harumi Shiokawa de Simone (Língua Portuguesa).





Nesse desenho, eu tentei expressar como está sendo este momento para mim, mas eu creio que várias pessoas estejam pensando ou passando pelo mesmo. Além de mostrar que há o Covid e que quem pode ficar em casa deve fazer isso, procurei usar, também, alguns elementos para mostrar que isso irá passar e que vai voltar tudo ao normal, como o quadro ou algumas flores, que têm significados especiais. Nele, eu tento expressar como ficar de quarentena deixou muitas pessoas desanimadas, improdutivas (um monte de trabalho acumulado, por exemplo), tristes que tentam superar isso com músicas (letras que vão te dar uma sensação de acolhimento), ou por meio de ficar com seus animais de estimação, ou qualquer outro jeito.

sábado, 20 de junho de 2020

Obra "Expressando o sentimento na pandemia" - 1

Produção da aluna do 3º ano do Curso Técnico em Administração Integrado ao Ensino Médio do IFSP - SRQ: Ana Giovana Sneideris, sob orientação das docentes Maria Júlia Mendes Nogueira (Artes) e Sandra Harumi Shiokawa de Simone (Língua Portuguesa).



Nossa rotina mudou muito nesses meses, o que gerou um grande impacto no cotidiano de cada um. Com isso, passamos a ter várias emoções num só dia, o que é confuso e diferente do que estávamos habituados. Num momento, estamos tristes porque não podemos sair de casa e ver ou abraçar nossos amigos e familiares, no outro, felizes, pois fizemos alguma coisa que nos animou, ou por ter aprendido algo novo, ou assistido algo legal, lido um livro... Depois estamos tristes de novo, com medo de que alguém que gostamos fique doente ou morra nesse período.  Além de raiva, angústia, solidão, desânimo...

E assim vão indo nossas emoções e dias...

Nesse desenho, tentei expressar como estão sendo meus dias, com essas diversas emoções. As coisas espalhadas no chão representam tudo o que tentei fazer, mas que, no final, ou não deu certo, ou desisti por desânimo, minhas tentativas de estudar, pintar, ler, assistir algo no computador etc.

Tem a menina triste e chorando, por ver outras pessoas fazendo festas em suas casas, desrespeitando o isolamento e podendo colocar outras pessoas em risco.

terça-feira, 9 de junho de 2020

Obra "Curu"

Produção do aluno do 1º semestre do Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental do IFSP - SRQ: Matheus Seidy Suzuki, sob orientação das docentes Glória Cristina Marques Coelho Miyazawa (Educação Ambiental) e Tatiane Monteiro da Cruz (Leitura, Produção e Interpretação de Texto).



domingo, 7 de junho de 2020

Onça-parda


Onça-parda


Caique Gotarde Ottoni Pinto1
Gabriel de Lima Dario1
Luana de Almeida Aldigheri1


1 Discentes do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IFSP - SRQ. Trabalho desenvolvido na disciplina de Ecologia, sob orientação da docente Profa. Dra. Glória Cristina Marques Coelho Miyazawa.

Nome Científico: Puma concolor
Família: Felidae
Dieta: Carnívora
Atividade: Crepuscular/Noturno
Tamanho: Em média 1,5 a 2,75m
Peso: 42 a 72 kg
Ocorre: Em todos os biomas do Brasil

Conservação: Vulnerável – Ameaçada de extinção. 


Foto: Untamed Expeditions.


Sobre a Espécie

A onça-parda, também conhecida aqui no Brasil como, suçuarana, onça-vermelha e leão-baio, é uma das maiores espécies de felinos do mundo, e é o segundo maior felino das Américas, ficando atrás apenas da onça-pintada.

Foto: Regina Cardozo/VC no TG.


Características

A onça-parda possui pelagem macia, de coloração acastanhada por todo o corpo, à exceção da região ventral que é mais clara.


No nordeste brasileiro, a coloração da onça-parda tende a ser marrom-avermelhada, enquanto em áreas abertas tende a ser mais clara. A pelagem também varia com a idade; os filhotes nascem com pintas pretas em sua pelagem e vai clareando, até o 18º mês, que é quando a onça-parda atinge a fase adulta.


Foto: Cristiano Xavier e João Marcos Rosa.

O tamanho e o peso variam entre 1,5 a 2,75m e 42 a 72Kg. Os machos são maiores que as fêmeas, que possuem peso entre 34 e 48Kg. O tamanho e o peso podem variar, conforme a região de ocorrência.

É um animal de corpo delicado e alongado, o que lhe dá muita agilidade. As suçuaranas são boas saltadoras e atacam as presas pulando em suas costas. Saltando do chão, seu pulo pode alcançar até 5,5 metros de altura.

O puma é um dos poucos felinos que não rugem. Ao invés deste som característico para a família, eles emitem um som similar ao notado em gatos domésticos quando estão estressados ou com muito medo ou podem se comunicar por um silvo estridente.




Foto: Cristiano Xavier e João Marcos Rosa.


Alimentação

A onça-parda é um mamífero exclusivamente carnívoro, oportunista, se alimentando de vários animais silvestres, encontrados em seu território.

No Brasil, a onça-parda se alimenta quase que exclusivamente de mamíferos de pequeno a médio porte, provavelmente por conta da competição de alimentos com a onça-pintada. Entretanto, no sul do Brasil e em regiões onde a onça-pintada foi praticamente extinta, a onça-parda representa o maior predador do local, sendo o animal do topo da cadeia alimentar.

Em algumas regiões, é possível ver sobreposição de território entre as onças-pardas. Quando isso ocorre, elas evitam o contato com o outro indivíduo da mesma espécie para não brigarem e manter suas energias para caçar e sobreviver.


Foto: Karen Arnold por Pixabay.


Distribuição Geográfica e Estimativa Populacional

A onça-parda possui ampla distribuição em toda a América, podendo ser encontrada desde o Canadá, passando pela América Central, pelo Brasil e, chegando até o sul do Chile e Argentina. No território brasileiro, ela aparece em todos os nossos biomas, se adaptando, facilmente, ao local onde vive. 

A população na América Central e do Sul é muito maior que na América do Norte, porém, em ambas as localidades, não há muitos estudos sobre a espécie, o que dificulta saber o número exato de indivíduos.

Apesar da sua fácil adaptação aos diferentes locais e estar amplamente distribuída, sua população está em declínio. Antes da chegada dos colonizadores europeus na América, seu número de indivíduos era muito superior comparado aos dias atuais sendo, por isso, considerada uma espécie pouco comum ou até mesmo rara, em diversas regiões.

Devido à perda de habitat, caça ilegal e esportiva, queimadas, dentre outros motivos o Puma concolor é considerado uma espécie extinta nos EUA, não sendo possível reverter o dano causado a essa espécie, o que mostra como muitas ações humanas têm impacto direto na natureza.

Um estudo feito por Azevedo et al. (2011), mostra estimativas populacionais para os diferentes biomas brasileiros, que se encontram descritos a seguir.

No Amazonas, estima-se que existam menos de 10.000 indivíduos, devido ao desmatamento contínuo da floresta Amazônica, tendo ocorrido um declínio de, aproximadamente, 10% no tamanho populacional da espécie, nos últimos 21 anos.

No Cerrado, a onça-parda também é amplamente distribuída, mas nesse bioma estima-se que há menos de 2.500 indivíduos e, neste bioma, estima-se que em 21 anos haverá uma queda de 10% devido a expansão agropecuária, caça ilegal ou retaliação por predação de animais domésticos.

Na Caatinga, a onça-parda é amplamente distribuída, porém devido à perda de habitat, expansão da matriz energética eólica, mineração e exploração da matéria para carvão e lenha, o tamanho da população venha caindo continuamente, havendo menos de 2.500 indivíduos nesta região.

No Pantanal, a onça-parda era muito frequente, mas devido a caça esportiva, abate preventivo, retaliação por predação de animais domésticos e queimadas, a população do animal tem uma contínua queda no número de seus indivíduos, havendo cerca de 1000 indivíduos, neste bioma.

Na região da Mata Atlântica, a onça-parda sofre constantemente a perda de seu habitat devido a expansão urbana, atropelamentos, queimadas, retaliação por predação de animais domésticos etc. Estima-se que nessa região o número de indivíduos esteja abaixo de 1000. O futuro da população desse animal na Mata Atlântica é incerto, devido ao isolamento dos animais por pastagens para o gado e plantações.


Figura 1. Mapa mostrando a distribuição do Puma concolor nas Américas. Fonte: Lilian Bonjorne de Almeida e Francisco Chen de Araujo Braga, em Azevedo et al. (2011).


Foto: Bas Lemmers.


Habitat

A Onça-parda é um dos felinos mais adaptados aos diferentes biomas do mundo, podendo viver em quase todo o globo terrestre, com exceção da Tundra Ártica, a espécie pode viver em florestas úmidas tropicais, subtropicais, pântanos, regiões montanhescas com altitudes acima de 3000m, regiões frias e áridas. O Puma concolor também é capaz de viver em regiões abertas com pouca cobertura vegetal.

Delimita seu território com urina, fezes, arranhões e secreções da glândula anal espalhadas nas árvores. O tamanho de seu território varia, podendo chegar a 300 km², possuindo obrigatoriamente, um local seguro para abrigar-se.


Foto: Brasília é o bicho, 2019.


Reprodução

A suçuarana é um animal solitário e territorialista, forma pares apenas na época de reprodução, ambos os sexos da espécie atingem maturidade sexual a partir dos 24 meses.

O período de gestação da fêmea varia entre 82 a 98 dias, com um número de filhotes entre 1 a 6, que nascem com cerca de 400 gramas. Os filhotes nascem com pintas pretas e olhos azuis. As onças-pardas vivem de 8-10 anos, mas podem chegar a 13 anos.



Foto: Cristiano Xavier e João Marcos Rosa.



Curiosidades

  • Durante muito tempo, as suçuaranas foram mortas sempre que encontradas porque, às vezes, atacam o gado. Atualmente, em muitos lugares elas são protegidas por leis que limitam ou proíbem a matança e a caça de animais selvagens, mas nem sempre essa lei é respeitada.


  • Pesquisas comprovaram que a suçuarana é o predador mais eficiente e mais flexível entre os felinos. Ela consegue alimento em 75% das vezes que parte para o ataque.



Referências

AZEVEDO et al . Avaliação do risco de extinção da Onça-parda: Puma concolor (Linnaeus, 1771) no Brasil . Biodiversidade Brasileira, v. 5, n.1, p. 107-121, 2013. Disponível em: https://www.icmbio.gov.br/revistaeletronica/index.php/BioBR/article/view/377/285. Acesso em: 31 maio 2020.

ONÇA-PARDA, Suçuarana. Inventário e Caracterização da Fauna de Vertebrados Selvagens de Campinas. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 1993. Disponível em: http://www.faunacps.cnpm.embrapa.br/mamifero/onca_p.html. Acesso em: 31 mai. 2020.

PROCARNIVOROS. Onça-parda. Disponível em: http://procarnivoros.org.br/animais/onca-parda-puma-concolor/. Acesso em: 31 mai. 2020.

PROJETOFRITZMULLER. Puma concolor. Disponível em: http://projetofritzmuller.org/fauna/puma-concolor/. Acesso em: 31 mai. 2020.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Lobo-guará

LOBO-GUARÁ


Diego Henrique Mendes1
 Gilvania A. B. dos Santos1
Italo Fazzani1

1 Discentes do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IFSP - SRQ. Trabalho desenvolvido na disciplina de Ecologia, sob orientação da docente Profa. Dra. Glória Cristina Marques Coelho Miyazawa.

A fauna brasileira é rica em diversidade de espécies. Cada um dos biomas brasileiros possui suas espécies nativas, sendo algumas delas conhecidas por serem espécies carismáticas, consideradas espécies-bandeiras de campanhas de conservação, amplamente divulgadas pelo país. Dentre estas espécies encontramos o Chrysocyon brachyurus, conhecido popularmente como lobo-guará (figura 1), que pertence à mesma família dos cachorros, lobos e raposas, a família Canidae.
Apesar de ser da família Canidae, não pertencem ao gênero Canis (2n=78), como lobos e cachorros ou Vulpes (2n=36 a 2n=72), que são as raposas. O lobo-guará (2n=76) está mais próximo do gênero latino americano Dusycion, pelos seus marcadores genéticos (MATTOS, 2003).

O lobo-guará pode ser considerado um mamífero de porte médio, possuindo cerca de 1 metro e meio de comprimento, 90 centímetros de altura e pesando entre 20 e 30 quilos.  Geralmente estes animais habitam áreas abertas como campos e matas de capoeira, suas populações são distribuídas por diversas regiões do Brasil, sendo encontrado em 17 dos 26 estados brasileiros e também em alguns países vizinhos, como mostra a figura 2. Porém, vale destacar, que há uma grande concentração de populações habitando o bioma Cerrado (PAULA et al, 2013).

Figura 2. Distribuição geográfica Lobo-guará. 


A ampla distribuição geográfica se deve aos seus hábitos alimentares, os quais variam de acordo com seu habitat. Os indivíduos desta espécie são animais onívoros e oportunistas, que podem se alimentar desde invertebrados, como alguns artrópodes à vertebrados maiores, como veados-campeiros. Sua dieta também pode consistir numa grande diversidade de frutos em casos de ausência de presas (MICHALSKI; BARBOLA; LUZ, 2013).

Figura 3. Lobo-guará com uma presa na boca. 

Levando em consideração que a estrutura populacional está intimamente associada a seu habitat, os processos que modificam as características deste ambiente afetam diretamente uma dada população. Assim, em virtude do cerrado ser atualmente um dos ambientes mais afetados por ações antrópicas, impacta em uma taxa de perda de habitat considerável que afeta as populações do lobo guará.  Vale lembrar que o cerrado é um dos maiores biomas da América do Sul, ocupando a maior parte da região central do Brasil, sendo riquíssimo em biodiversidade (RODRIGUES, 2009).
A degradação do cerrado surtiu um grande impacto nas populações do lobo-guará, que são classificadas como vulneráveis com um alto risco de extinção, no Brasil. Além das pressões sofridas em seu habitat, como queimadas e desmatamento por latifundiários, outra ação antrópica exercida sobre estes animais, foram os constantes atropelamentos em rodovias, os quais ajudaram a coloca-los em uma posição vulnerável. Diniz; Lazzarini e Ângelo (1999) destacam que um dos fatores agravantes do risco de extinção se deu pela dificuldade da conservação ex-situ destes animais, os quais são acometidos por dificuldades de reprodução e sobrevivência dos filhotes, devido a altas taxas de mortalidade por infecções bacterianas e virais.
Os problemas de sobrevivência dos filhotes se agravam, se considerarmos o lobo-guará, como uma espécie monogâmica, os quais se acasalam apenas uma vez por ano, gerando de 2 a 5 filhotes. Apesar de haver um cuidado parental com os filhotes, a fêmea pode abandoná-los ou até matá-los devido a perturbações ou ambientes estressantes, tornando-se um fator agravante para projetos de conservação (SOUSA, 2000).

Figura 4. Fêmea de Lobo-guará com seu filhote. 



REFERÊNCIAS
DINIZ, Lilian Stefani Munaó; LAZZARINI, Stella Maris; ANGELO, Maria José. Problemas médico-veterinários de Lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) em cativeiro. Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP, v. 2, n. 2, p. 34-42, 1999. Disponível em: Acesso em: 29 de mai. 2020.
ICMBIO, Sumário Executivo do Plano de Ação Nacional para a Conservação do Lobo-guará. Brasília: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, 2011. Disponível em: Acesso em: 22 de mai. 2020.
MATTOS, Paulo Sergio Ribeiro de et al. Epidemiologia e genética populacional de lobos guarás, Chrysocyon brachyurus (Illiger 1815) (Carnivora, Canidae) no nordeste do estado de São Paulo. 2003. 85 p. Tese (Doutorado em Ecologia e Recursos Naturais) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2003. Disponível em:
Acesso em: 24 de mai. 2020.
MICHALSKI, L. J.; BARBOLA, I. F.; LUZ, P. M. Ecologia trófica do lobo-guará, Chrysocyon Brachyurus (Illiger, 1811), no Parque Estadual do Guartelá, Tibagi, PR, Brasil. Revista Brasileira de Zoociências, v. 15, n. 1, 2, 3, 2013. Disponível em: Acesso em 22 de mai. 2020.
PAULA, R. C. et al. Avaliação do risco de extinção do lobo-guará Chrysocyon brachyurus (Illiger, 1815) no Brasil. Biodiversidade Brasileira, n. 1, p. 146-159, 2013. Disponível em: Acesso em 21 de mai. 2020
PAULA, R.C.; MÉDICI, P.; MORATO, R.G. (org.) 2008. Plano de ação para a conservação do Lobo-guará: análise de viabilidade populacional e de habitat. Brasília: IBAMA. 158p. Disponível em: Acesso em 21 de mai. 2020.
RODRIGUES, Manoel Ludwig da Fontoura. Diversidade genética e estrutura populacional do lobo-guará. 2009. 42 p. Dissertação (Mestrado em Zoologia) - Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2009. Disponível em: Acesso em: 24 mai. 2020.
SOUSA, Leandro Ruas. Chrysocyon brachyurus: ecologia e comportamento do Lobo-guará. 2000. 22p. Trabalho de Conclusão de curso (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2000. Disponível em: Acesso em: 29 de mai. 2020.

"Florestas"

Produção da aluna do 1º semestre do Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental do IFSP - SRQ: Naira de Sousa Ribeiro, sob orientação das docentes Glória Cristina Marques Coelho Miyazawa (Educação Ambiental) e Tatiane Monteiro da Cruz (Leitura, Produção e Interpretação de Texto).


Obra "Sem título"

Produção da aluna do 1º semestre do Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental do IFSP - SRQ: Cândida Aparecida da Silva Santos, sob orientação das docentes Glória Cristina Marques Coelho Miyazawa (Educação Ambiental) e Tatiane Monteiro da Cruz (Leitura, Produção e Interpretação de Texto).